terça-feira, 10 de julho de 2018


quinta-feira, 21 de setembro de 2017


Benfica vs Braga - Eu Acredito!!!

Benfica Futebol Raul Jiménez
Raul Jiménez diz sempre presente quando chamado
Tal como no início da Liga NOS, também foi o SC Braga a apadrinhar a estreia do Benfica na Taça CTT 2017/18. Foi sem surpresa que o Estádio da Luz se apresentou mais despido do que o habitual. Jogo às 21h de uma quarta-feira, com a equipa a vir de duas derrotas não prenunciava grande enchente. Parabéns e obrigado aos sempre fieis nestas ocasiões.
Rui Vitória procedeu a várias alterações neste jogo, promovendo várias estreias. Estreia absoluta no clube para Krovinovic e a titular para Gabriel. Júlio César somava os primeiros minutos esta época. Rúben Dias estreava-se na Luz. Jardel e Fejsa regressavam de lesão embora este último não saísse do banco.
Onze inicial: Júlio César, André Almeida, Rúben Dias, Jardel, Eliseu, Filipe Augusto (Jonas 74’), Samaris, Gabriel (Zivkovic 63’), Krovinovic, Rafa (Pizzi 83’) e Raul.
Suplentes: Varela, Luisão, Fejsa, Pizzi, Jonas, Seferovic e Zivkovic.

Mais um bom início de jogo

Embora Rui Vitória pretendesse manter a estrutura habitual com Filipe Augusto a “fazer” de Pizzi e Krovinovic a “fazer” de Jonas, na prática o Benfica apresentou-se com um sistema de jogo diferente do habitual 4-4-2. As características dos jogadores fizeram com que Samaris e Filipe Augusto se apresentassem num duplo pivot. Gabriel, Krovinovic e Rafa jogavam no apoio ao ponta de lança Raul.
Repetiu-se o bom início do jogo contra o Boavista e mais uma vez coroado com um golo. Raul encheu bem o pé numa bola sacudida pela defesa bracarense. Tal como no Bessa após o golo a equipa deixou de ser dominadora permitindo que o Braga começasse a dividir o jogo. Foi, portanto, com as equipas encaixadas e sem grandes oportunidades de golo que se chegou ao intervalo.

Jogar sobre brasas

Benfica Futebol Samaris
Samaris o maior exemplo das brasas que queimam
Mais do mesmo na segunda parte. Jogo muito equilibrado sempre jogado longe das balizas com o Benfica a denotar incapacidade para manter a posse de bola e muita falta de criatividade na zona central do terreno. Se já não é fácil que uma dupla Samaris e Filipe Augusto traga muita criatividade ao jogo, com toda a equipa a jogar sobre brasas ainda pior.
Á imagem do que vem acontecendo lá apareceu o golo do empate em mais um lance de bola parada. Felizmente desta vez a reviravolta não foi completa o que deixa tudo em aberto no que diz respeito à qualificação para a “Final Four”.
Retira-se de positivo deste jogo o regresso de Jardel e Fejsa, esperando que este último esteja mesmo recuperado; as estreias positivas de Krovinovic e Gabriel e, como me custa escrever isto, o interromper de um ciclo de derrotas que não hipoteca a continuidade nesta prova.  

#naomefodas mode on
  • Eu acredito. Nós somos Tetracampeões. E não o somos por obra e graça do Espírito Santo (bem… por acaso até contribuiu), nem de missas, nem de padres nem de cartilhas. Somos com muito mérito, crl.
  • Foram quatro campeonatos ganhos com muito suor, contra tudo e contra todos, sempre até ao último minuto. Fds, não entramos em campo de cabelo pintado a dez jogos do fim do campeonato. Não crl, foi sempre suadinho.
  • Só temos que ter muito orgulho no nosso Tetra. Vejo Benfiquistas meio envergonhados, quase pedem desculpa por serem Tetra. Que merda é esta crl? É nosso, deu trabalho, noites sem dormir, momentos de tensão e mau humor com o resto da família. Vamos disfrutar, vamos gritar bem alto SOMOS TETRACAMPEÕES e VAMOS SER PENTA.
  • Não entrem na narrativa dos fdp dos dragartos. Nem nós adeptos, nem os jogadores nem os treinadores nem os dirigentes nem ninguém dentro de nossa casa. Toca a fechar as portas, fechar a boca e trabalhar. Voltar ao lema “os cães ladram e a caravana passa” que tão bem interiorizamos nos últimos anos.
  • VAMOS BENFICAAAAAAA!!!!!
#naomefodas mode off

Venha o próximo e viva o Benfica!!!
Benfica Futebol Eliseu
Eliseu apresentou-se um bom plano

Destaques do Baralho

REI Eliseu – Exibição à “Boss” de um jogador cuja experiência é importantíssima numa fase destas.
ÁS: Krovinovic – Mais pelo que prometeu do que pelo que fez. É bom sentir que pode haver alternativa real a Pizzi.
SENA: Samaris – Já chega de “cenas” destas. Não basta os quatro jogos de castigo com que começou a época?
DUQUE: Árbitros – Um golo mal invalidado, um bloqueio a Jardel no golo do empate e um critério diferente nas faltas marcadas a meio campo.
Abraço 

sábado, 9 de setembro de 2017


Benfica vs Portimonense- leVAR a água ao moinho

Benfica André Almeida
André Almeida - Festejar com quem mais merece: os adeptos
Regresso do Benfica ao Estádio da Luz para a receção ao Portimonense na quinta jornada da Liga NOS 2017/18, perante perto de 53 mil espectadores que mais uma vez marcaram presença ao lado da equipa.
Rui vitória vez duas alterações em relação ao onze que tem apresentado, com Samaris no lugar de Filipe Augusto e Zivkovic na ala direita, lugar que tinha sido de Rafa no jogo frente ao Rio Ave.
Onze inicial: Varela, André Almeida, Luisão, Lisandro (Filipe Augusto 64’), Eliseu (Raul 73’), Samaris, Pizzi, Zivkovic, Cervi (Salvio 45’), Jonas e Seferovic.
Suplentes: Júlio César, Filipe Augusto, Krovinovic, Salvio, Rafa, Gabriel Barbosa e Raul Jiménez.

Fotocópia do jogo com o Rio Ave

Estava criado o ambiente para um jogo à Benfica nesta receção ao Portimonense, mas tal expectativa esteve sempre longe de se confirmar. Início de jogo muito apático, parecendo que os jogadores entraram com a cabeça a pensar num penalty ocorrido no prolongamento do jogo de Vila da Feira. Quem não tinha nada a ver com isso era o Portimonense que aproveitou para dividir o jogo e fazer uma exibição muito personalizada.
Esta foi uma das piores exibições do Benfica nos últimos tempos. Muita apatia, dificuldade na saída de bola, jogadores muito afastados uns dos outros, pouca profundidade eram os predicados que o Benfica apresentava em campo. É certo que Samaris fazia o seu primeiro jogo a titular, Pizzi regressava de lesão e Jonas parecia acusar um toque sofrido na parte inicial do jogo, mas tal não justifica tudo. Exige-se outra atitude, outra dinâmica, outro compromisso.
Benfica Jonas André Almeida
Jonas e André Almeida - Os marcadores dos golos

Valeu pelos golos

O Benfica só existiu, e não muito, após o golo sofrido. A boa reação dos adeptos parece que mexeu um bocadinho com o orgulho dos jogadores e já se viu algum futebol. O golo de penalty e a expulsão do jogador do Portimonense ajudaram à reviravolta, consumada com um golo do outro mundo de André Almeida.
Se o golo do Portimonense acordou o Benfica, este segundo golo voltou a adormece-lo. Mesmo com 10 jogadores o Portimonense reagiu e após um susto num corte de Samaris que quase dava autogolo, chegou mesmo ao empate. Estádio da Luz em silêncio, jogadores do Portimonense a festejar o empate que repunha a verdade do jogo e… aparece o VAR. Se pelo futebol jogado era justo o empate, pela verdade desportiva era justo que se anulasse o golo já que há fora de jogo no início da jogada. Estava confirmada a vitória e os três pontos.
São complicados os jogos pós seleções e pré liga dos campeões. Existem muitas limitações físicas no plantel, o próprio plantel apresenta um grande desequilíbrio   entre as soluções defensivas e ofensivas, mas há que fazer muito mais se queremos mesmo chegar ao ambicionado Penta.

#naomefodas mode on
Quando acabas a mrd do jogo com Samaris e Zivkovic a fazerem o lado esquerdo da defesa só me apetece perguntar, “que passou-se?”.
Filipe Augusto, minino, foste o único crl que conseguiu ter alguma clarividência neste jogo. Aceleraste o jogo, jogaste curto e longo, variaste com critério o sentido do jogo e recuperaste inúmeras bolas. Deixo-te um conselho: manda-os fdr.
Ó Eliseu, então tens a bola à disposição do pé esquerdo à entrada da pequena área e em vez de rematares, puxas para o pé direito que só serve para subir o elétrico. Vai trabalhar prás obras.
#naomefodas mode off

Venha o próximo e viva o Benfica!!!

Destaques do Baralho

Benfica Toto Salvio
Salvio deu mais profundidade ao jogo
REI: Adeptos – Mais uma vez no trono. O apoio dos adeptos após o golo sofrido foi fundamental para a reviravolta.
ÁS: Golo do André Almeida – Com ou sem intenção, estará certamente na lista dos melhores golos desta liga. E como o merece o André Almeida.
SENA: VARAposto que esta semana o VAR volta a ser criticado pela paineleiragem toda. Estas VARiações de humor são cá uma cena!
DUQUE: BenficaInadmissível um jogo tão medíocre num cenário tão perfeito.

Abraço

segunda-feira, 14 de agosto de 2017


Chaves vs Benfica - Justiça ao cair do pano

Seferovic dá verdade ao resultado

Seferovic, golo de antologia
Seferovic, golo de antologia
Romaria vermelha até Trás-os-Montes para assistir ao encontro frente ao Desportivo de Chaves. Lotação esgotada e muita espectativa para ver como se comportava o Benfica na sua primeira deslocação da Liga NOS 2017/18.
Fique aqui a par das incidências do encontro, do desempenho dos atletas. Análise ao desenrolar do jogo, aos altos e baixos de partida e também aos destaques individuais.
Rui Vitória apostou no mesmo onze que iniciou a liga frente ao Sporting de Braga, até porque continua a não contar com o castigado Samaris e vários outros lesionados.
Onze inicial: Bruno Varela, André Almeida, Luisão, Jardel, Eliseu, Fejsa, Pizzi, Salvio, Cervi, Jonas e Seferovic.
Suplentes: Paulo Lopes, Lisandro, Filipe Augusto, João Carvalho, Diogo Gonçalves, Rafa e Raúl.

Desperdício sem jogar bem

O início da primeira parte até foi prometedor com um bom ritmo de jogo e bom ambiente nas bancadas, mas não se assistiu a um jogo dominador por parte do Benfica, como se esperava. Mesmo sem se assistir a um domínio claro as oportunidades foram-se sucedendo quase sempre através de Salvio. Primeiro um remate de pé esquerdo, depois um bom remate defendido pelo guarda-redes, a seguir divide a bola com o mesmo guarda-redes, mas o defesa do Chaves corta em cima da linha, depois tem um chapéu onde deve fazer muito melhor e termina com mais um remate quando devia assistir um colega.
Salvio, irreverência e desperdício
Salvio, irreverência e desperdício
O Chaves apareceu mais afoito no último quarto de hora embora sem causar grandes problemas. Os alas do Chaves superiorizaram-se quase sempre aos laterais do Benfica criando intranquilidade ao sector mais recuado. Irreconhecível Eliseu neste capítulo, melhorou na segunda parte, ele que faz da regularidade a sua imagem de marca.
Nos últimos minutos aparece Jardel num bom cabeceamento e Seferovic com duas boas oportunidades. Na primeira permite a intersecção do defesa e na segunda precipitou-se já que tinha companheiros melhor colocados.
Uma primeira parte onde Pizzi jogou sempre muito recuado, quase sempre ao lado de Fejsa, e onde praticamente não ganhamos uma bola fruto de pressão alta ou uma segunda bola.

Justiça ao cair do pano

Início de segunda parte frenético com remate perigoso de Jonas, grande defesa de Bruno Varela a negar o golo ao Chaves e no mesmo minuto remate de Jonas ao poste. O Benfica manteve a pressão e beneficiou de uma série de cantos consecutivos, mas estes lances continuam a ser inofensivos no Benfica.
Continuou a pressão encarnada com boas oportunidades por Cervi, boas cabeçadas de Jardel, Seferovic e Luisão, mas o golo continuava sem aparecer. De seguida o Benfica quase chega ao golo por intermédio de um defesa do Chaves que interceptou para a sua própia baliza um cruzamento de Salvio.
No último quarto de hora o Chaves refresca o meio campo e o Benfica deixa de chegar com perigo à baliza adversária. Aparece o antijogo e o nervosismo com o aproximar do final da partida, com a equipa a apresentar alguma descrença.

Explosão de alegria

Já nos descontos chega o merecido golo, e que golo. Seferovic com um toque habilidoso faz a bola passar por entre as pernas do guarda-redes e provoca a grande explosão nas bancadas. Justo, pelo volume de jogo, pelas oportunidades e pelos adeptos que tudo merecem.

#naomefodas mode on
Fdx Seferovic, como é que consegues curar as lesões daqueles crls todos só com um toque na bola. E sem vaselina!
Ó Rui, vê lá se atinas, isto de tirar o Cervi só pra gozares com os dragartos podia ter dado mau resultado. Deixa-te de mrds.
#naomefodas mode off

Venha o próximo e viva o Benfica!!!

Destaques do Baralho

REI: Seferovic – Um toque de classe para curar o reumatismo dos flavienses.
ÁS: Salvio – Dado o volume de oportunidades à qual esteve ligado, merece este destaque. Demonstra uma disponibilidade e irreverência a fazer lembrar o “velho Salvio”. Pena o desperdício.
SENA: Paragem pró refrescoUm jogo que começa às 21:00h tem que ser parado para tomar um refresquinho!? Não brinquem com o futebol.
DUQUE: Vídeo-árbitro – Estava a jogar Tétris?

sábado, 29 de julho de 2017


Arsenal vs Benfica – Toca a investir

Desequilíbrios que se impõe retificar

Sálvio em acção no Benfica vs Arsenal
Sálvio em acção no Benfica vs Arsenal
A presença do Benfica na Emirates CUP começou com este jogo frente à equipa da casa. A particularidade de haver um jogo menos de 24 horas após este certamente que cria dificuldades ao treinador na gestão do duplo desafio, com a agravante de serem dois adversários de campeonatos onde os ritmos elevados são uma constante.

Parece-me que Rui Vitória apostou numa equipa que será a base do onze titular ao longo do campeonato, com excepção de Buta, Filipe Augusto e Eliseu. Ressalvando a questão dos avançados onde o equilíbrio é nota dominante. 

Hoje já deu para assistir a um jogo com um ritmo competitivo bastante interessante. Adiantou-se o Benfica com um golo fabricado pela dupla Pizzi e Jonas, bem concluído por Cervi. Respondeu o Arsenal num lance resultante de um erro de avaliação de Pizzi.

O Arsenal aproveitou bem uma falha de posicionamento de Buta para se adiantar no marcador. Ainda antes do intervalo o Benfica chegou ao empate na sequência de uma recuperação de bola em zona ofensiva fruto da boa pressão da dupla atacante cabendo a Sálvio a finalização.

Na segunda parte o Benfica sofreu para suster a qualidade atacante do Arsenal. Apesar do jogo ter sido algo repartido, com boas iniciativas de parte a parte, sempre que os jogadores do Arsenal entravam no último terço a qualidade dos seus jogadores fazia a diferença, tendo concretizado três golos e ficando próximo disso noutros tantos.

O Benfica apresentava naturais dificuldades sobre o seu lado direito, tendo Aurélio Buta, certo que com pouco auxílio do Sálvio, apresentado problemas de posicionamento que contribuíram para o avolumar do resultado.

No tempo que faltava jogar as equipas começaram já a pensar no jogo do dia seguinte deixando correr os minutos e efectuando as muitas substituições permitidas.

Apesar da derrota pesada, mais uma, fica a ideia do crescimento da equipa com a incorporação de mais elementos do grupo dos potenciais titulares. Para saltar para outro patamar parece-me inevitável o recurso ao mercado para compensar as saídas de Ederson, Nelson Semedo e Lindelof.

Destaques do Baralho
REI: Árbitro – Sou fá da arbitragem inglesa. Exceptuando um ou outro árbitro mais espalhafatoso, o respeito que impõe aos jogadores de forma natural e a forma como deixam o jogo correr sem interrupções, torna-o muito mais agradável de acompanhar.

ÁS: Adeptos – Faça chuva ou faça sol, lá estão eles sempre presentes.

SENA: Intervalo entre jogos – Difícil de gerir um intervalo entre jogos tão curto quando já só estamos a uma semana do primeiro jogo oficial e seria suposto fazer pelo menos um jogo com o chamado onze titular a jogar os 90 minutos.

DUQUE:
Falta de reforços – Júlio César nesta fase da carreira é "apenas" razoável, Aurélio Buta, Pedro Pereira e Rúben Dias, são jogadores para crescerem numa equipa da primeira liga e, na minha opinião, Lisandro López não chega para o Benfica. Há que investir.

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